Por vezes não nos apercebemos ao certo do que a vida nos está a doar, para que possamos aprender, crescer e estimar algo que realmente nos é valioso.
Deixamos que pequenas coisas que são insignificantes, tomem proporções astronómicas, fazendo-nos pensar o que queremos para nós e se vale a pena lutarmos por isso.
É preciso mais do que uma vez um susto para nos abrir os olhos, para repararmos o quanto estamos a ser cegos aos nossos verdadeiros sentimentos.
Apelamos ao bom senso de cada um, que reflictamos sobre as nossas escolhas e nas consequências que podemos originar.
Desejamos afincadamente que tudo se concretize como planeamos, mas infelizmente não chegamos para tudo e não podemos controlar as milhares de emoções e acontecimentos que nos rodeiam.
Era bem mais fácil se pudéssemos rescrever cada preliminar em que erramos de forma a que as coisas se compusessem de uma outra forma, para que no fim se pudesse apenas retirar de cada emoção, de cada acontecimento uma historia alegre para recordar.
O problema é que sem os erros não poderíamos aprender a ter um comportamento diferente, não tínhamos uma visão diferente das coisas, para nós tudo teria sempre a mesma cor, a mesma forma, o mesmo desenlace.
Faz parte de nós errar, mas acima de tudo faz parte de nós ter o poder de reflexão, para que as consequências não destruíssem o quer que seja que tenhamos construído.